terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Jovens Designers demoram três anos a preencher os impressos do ILE
Dilma Vieira e Ângela Gago, duas jovens designers que recorreram ao ILE (Iniciativas Locais de Emprego) para criar a sua própria empresa, demoraram três anos a preencher o formulário obtido no Instituto de Emprego e Formação Profissional.
“Ninguém nos sabia dar informações nenhumas do que era”, diz Dilma Viera, face às dificuldades de preencher os requisitos dispostos nos impressos. Pelo facto de não saberem preencher os impressos, as jovens designers pediram ajuda a vários amigos contabilistas, economistas e outros, mas ninguém sabia preencher. “Tivemos mesmo todos os motivos para desistir”, diz Dilma Vieira.
Segundo as jovens designers, tratam-se dos impressos mais importantes no processo de construção da empresa, respeitantes a um projecto de viabilidade económica. “Só um gestor especializado de uma empresa é capaz de preencher”, diz Dilma Vieira. O formulário exigia também a apresentação de facturas proforma de todo o equipamento necessário para a Made in Design. Este processo permite saber, exactamente, como foi gasto o dinheiro do ILE.
Artigos relacionados:
Um caso de sucesso: Jovens abrem empresa inovadora recorrendo ao programa do ILE
Made in Design: Veia empresarial começa na juventude
Iniciativas locais de emprego são pouco divulgadas
Requisitos do ILE criam obstáculos às jovens designers
Made in design é a primeira empresa a fazer outsourcing na área do design em Portugal
Esforço recompensado: Made in Design é hoje uma empresa de sucesso
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário